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Como cuidar da saúde dos cabelos, da pele e das unhas no inverno?

COMO CUIDAR DA SAÚDE DOS CABELOS, DA PELE E DAS UNHAS NO INVERNO?

Confira quais são algumas das proteções indispensáveis para cabelos, pele e unhas no inverno.

No inverno, os cabelos, a pele e as unhas podem sofrer com o ressecamento e outros problemas causados pelo clima frio e seco. A boa notícia é que existem algumas estratégias e cuidados que podem proteger e manter a saúde dessas regiões do corpo.

Se você deseja aprender mais sobre os principais cuidados com cabelos, pele e unhas no inverno e conhecer compostos e vitaminas que podem auxiliar nesse cuidado, continue a leitura. Não esqueça de anotar todas as dicas!

cuidar dos cabelos?

Começando pelos cabelos, é essencial investir em hidratação profunda, especialmente no inverno. Isso pode ser feito utilizando máscaras capilares pelo menos uma vez por semana. Procure por produtos que contenham ingredientes altamente hidratantes, como óleo de argan, manteiga de karité, aloe vera e pantenol, pois esses ativos ajudam a restaurar e manter a umidade dos fios, proporcionando maciez e brilho.

Adicionalmente, a escolha do shampoo é importante. Prefira shampoos sem sulfatos, pois eles são menos agressivos e não removem excessivamente os óleos naturais essenciais para a saúde do cabelo. Evite lavagens diárias ou frequentes para prevenir o ressecamento do couro cabeludo. O uso excessivo de ferramentas térmicas, como secadores e chapinhas, também deve ser minimizado.

Quando for necessário, sempre aplique um protetor térmico antes para proteger os fios do calor intenso. A aplicação de óleos capilares, como os de jojoba ou de coco, nos cabelos secos, especialmente nas pontas, é uma excelente maneira de selar a umidade, reduzir o frizz e acrescentar um toque de brilho. Por fim, sempre que possível, proteja seus cabelos das condições climáticas adversas usando chapéus e cachecóis. Esses acessórios ajudam a evitar a quebra dos fios e a conservar a cor, reduzindo a exposição ao vento e ao frio direto.

Como cuidar da pele no inverno?

No que se refere à pele, a hidratação é igualmente fundamental durante o inverno. É recomendável a aplicação de um bom hidratante rico em emolientes e ceramidas, que deve ser utilizado duas vezes ao dia para reparar a barreira cutânea e manter a umidade. Durante a limpeza, opte por um limpador cremoso em vez de um gel, já que os produtos em gel costumam ser mais desidratantes.

É importante estabelecer uma rotina de esfoliação que deve ser feita com moderação. Utilize esfoliantes suaves, uma vez por semana, para remover as células mortas da pele, sem agredi-la. Apesar do frio, a proteção solar não deve ser negligenciada.

Os raios UV podem danificar a pele mesmo em dias nublados, então aplique um protetor solar de amplo espectro com FPS adequado ao seu tipo de pele. Outra recomendação útil é utilizar um umidificador em casa, pois isso ajuda a manter a umidade do ar, evitando que a pele se torne excessivamente seca e também beneficiando os cabelos.

Como cuidar das unhas?

Quando se trata das unhas, a hidratação continua a ser uma prioridade. É fundamental aplicar um óleo nutritivo ou um creme específico para cutículas regularmente. Essa prática ajuda a prevenir o ressecamento, bem como a quebra das unhas. Durante atividades domésticas ou ao sair para o frio, lembre-se de usar luvas para proteger as mãos e as unhas, que são especialmente vulneráveis durante as baixas temperaturas. Além disso, evite o uso de esmaltes agressivos e escolha removedores sem acetona, que são menos prejudiciais e não provocam ressecamento excessivo das unhas e cutículas. A alimentação também desempenha um papel essencial na saúde das unhas; uma dieta equilibrada, rica em biotina, zinco e outras vitaminas, é crucial para fortalecer as unhas e promover seu crescimento saudável. Por último, é interessante permitir que as unhas respirem, intercalando períodos sem esmalte, o que ajuda a evitar manchas e a promover a saúde geral.

USO DE NUTRIENTES 

Para intensificar ainda mais esse processo de cuidado e realmente ter certeza de que seus cabelos, pele e unhas estarão protegidos na estação mais fria do ano, vale a pena investir na suplementação de nutrientes que vão auxiliá-lo mais profundamente nessa tarefa. Confira abaixo quais são essas substâncias:

PILL FOOD

Pill Food é um composto que contém vitaminas e aminoácidos essenciais para revitalizar, fortalecer e controlar a queda capilar, além de promover a hidratação da pele. Seus componentes estimulam a produção de queratina e colágeno, indispensáveis para a integridade dos fios do cabelo e tecidos da pele.

MELATONINA

Melatonina possui duas propriedades importantes nesse processo de cuidado, pois tem ação anti-inflamatória e antioxidante, protegendo a pele contra danos. Ela interage com hormônios, esteróides e insulina, regulando sua ação na pele.

LATANOPROSTA

O desequilíbrio na concentração de prostaglandinas no couro cabeludo pode levar a uma redução na fase de crescimento do cabelo e ao aumento das fases de queda, especialmente no inverno. Estudos têm demonstrado que o uso de Latanoprosta pode aumentar significativamente a densidade capilar, reduzir a queda de cabelo e promover o crescimento de fios mais espessos e longos.

BIOTINA

Biotina é uma vitamina hidrossolúvel essencial para a saúde dos cabelos e unhas. Ela promove a formação de camadas de lipídios intercelulares, melhorando a função de barreira natural da pele. Além disso, a biotina influencia a composição de queratina, melhorando a estrutura e a qualidade de cabelos e unhas. Uma dica extra é que alimentos como ovos, nozes e espinafre são fontes naturais de biotina.

D-PANTENOL

D-Pantenol é uma vitamina essencial para a estrutura e recuperação dos tecidos da pele e mucosas. Tem um efeito nutritivo e cicatrizante, fortalecendo as fibras de colágeno e melhorando a resistência da pele. Além disso, o D-Pantenol ajuda no crescimento do cabelo, pois evita o excesso de oleosidade no couro cabeludo.

Mesmo que o inverno seja uma época mais desafiadora para cuidar dos cabelos, unhas e pele, vale a pena adotar algumas dessas medidas e incluir o uso de nutrientes que vão te ajudar nesse processo. Não deixe de colocar em prática todas essas dicas e de compartilhar este post com outras pessoas que precisam da mesma ajuda. 

E lembre-se sempre de consultar o seu médico. É ele quem irá avaliar o melhor tratamento para você.

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Por marketing health 30 de março de 2026
Nos últimos anos, a suplementação ortomolecular pela via injetável ganhou espaço crescente tanto em clínicas de medicina integrativa quanto no interesse do público geral. E não é sem razão: quando o assunto é fortalecer o sistema imunológico de forma estratégica — especialmente no período pré-pico sazonal — a via de administração faz diferença real. Mas o que justifica esse crescimento? E por que a via injetável ocupa um lugar específico dentro da abordagem ortomolecular? É isso que este artigo explora, de forma clara e embasada. A lógica da biodisponibilidade Todo nutriente que ingerimos pela boca passa por um longo percurso antes de chegar às células: é processado no estômago, absorvido (parcialmente) no intestino, metabolizado no fígado e só então distribuído pela corrente sanguínea. Em cada etapa, parte do que foi ingerido se perde. Esse processo é chamado de efeito de primeira passagem, e ele é a principal limitação da suplementação oral em determinadas situações clínicas. Quando há comprometimento da absorção intestinal, inflamação crônica de mucosa, uso prolongado de medicamentos que interferem na absorção de nutrientes, ou simplesmente quando se busca uma resposta mais rápida e concentrada, a via oral pode não ser suficiente. A via injetável — seja intramuscular ou endovenosa — contorna todo esse caminho. O composto chega diretamente à circulação sistêmica, com biodisponibilidade muito superior, em concentrações que não seriam alcançáveis pela suplementação oral sem risco de efeitos adversos gastrointestinais. Quando a via injetável é considerada? A suplementação injetável não é indicada para todos, nem para qualquer situação. Ela representa uma ferramenta clínica específica, utilizada quando há justificativa terapêutica clara. De forma geral, os contextos mais comuns incluem: Deficiências diagnosticadas laboratorialmente que não respondem adequadamente à reposição oral, seja por má absorção intestinal, seja pela profundidade do déficit. Estados de esgotamento nutricional associados a doenças crônicas, pós-cirúrgicos ou períodos de imunossupressão. Situações em que a velocidade de resposta importa — como no preparo para períodos de alto estresse imunológico, viagens internacionais, ou recuperação acelerada após infecções. Intolerâncias ou limitações gastrointestinais que inviabilizam a reposição oral em doses terapêuticas. É fundamental reforçar: a decisão pela via injetável é sempre clínica, individualizada, e deve ser tomada por médico ou profissional de saúde habilitado, com base em avaliação e exames laboratoriais. Não se trata de uma "versão mais forte" da suplementação convencional, mas de uma abordagem distinta, com indicações próprias. Os compostos mais estudados na via injetável para suporte imunológico Sem entrar em indicações terapêuticas específicas — que cabem exclusivamente ao profissional que acompanha o paciente —, é possível apresentar, de forma educativa, os compostos ortomoleculares com maior evidência científica quando administrados pela via parenteral no contexto imunológico. Vitaminas do complexo B: amplamente utilizadas na forma injetável, especialmente quando há deficiências associadas a fadiga, estresse oxidativo elevado ou comprometimento neurológico. Participam de múltiplas vias metabólicas essenciais para a produção de energia celular e para o funcionamento adequado das células imunes. Vitamina C em altas doses: um dos compostos mais estudados na literatura sobre suplementação parenteral. Em concentrações plasmáticas elevadas — alcançáveis apenas pela via injetável —, atua como potente antioxidante, modula a resposta inflamatória e apoia a função imune em contextos de alto estresse oxidativo. Estudos clínicos investigaram seu uso em quadros infecciosos graves, com resultados promissores especialmente na modulação da inflamação sistêmica. Glutationa: considerado o principal antioxidante intracelular do organismo, tem baixíssima biodisponibilidade oral. A via injetável permite que esse composto chegue em concentrações relevantes à circulação, onde exerce ação antioxidante direta, suporte às células imunes e papel na detoxificação celular. É um dos compostos de maior interesse na medicina ortomolecular contemporânea. Minerais e oligoelementos: zinco, selênio, magnésio e outros micronutrientes podem ser administrados pela via parenteral em situações de deficiência grave ou quando a absorção oral está comprometida. Cada um deles desempenha funções específicas e bem documentadas no sistema imune — da maturação de linfócitos ao controle do estresse oxidativo. Complexos multinutrientes personalizados: a medicina ortomolecular injetável também contempla formulações manipuladas sob medida, combinando compostos com ação sinérgica conforme o perfil laboratorial e clínico de cada paciente. Esse é um dos diferenciais mais relevantes da abordagem: a personalização em vez da padronização. Segurança: o que todo paciente deve saber A via injetável exige cuidados que vão além da escolha do composto. A qualidade da formulação, a técnica de administração, o ambiente clínico adequado e o monitoramento do paciente são aspectos inegociáveis. Alguns pontos essenciais para quem considera ou já realiza suplementação injetável: Toda aplicação deve ser realizada por profissional habilitado, em ambiente adequado e com material estéril. Reações adversas, embora raras quando o protocolo é bem conduzido, podem ocorrer — e o paciente deve estar em ambiente onde seja possível manejá-las. 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